O PT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal contra o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, acusando-o de “atentado à soberania nacional” por ter enviado relatórios aos Estados Unidos sobre o Comando Vermelho. A ação, na prática, tenta impedir que a iniciativa do governo fluminense avance no sentido de classificar facções criminosas como organizações terroristas, medida que vem sendo discutida junto à administração do presidente Donald Trump.
A ofensiva petista ocorre no mesmo dia em que Lula chamou de “desastrosa” a operação policial no Rio de Janeiro, que resultou na morte de dezenas de criminosos ligados ao tráfico. O presidente afirmou que pedirá uma perícia da Polícia Federal nos corpos dos traficantes mortos, alegando supostos excessos.
Enquanto o PT tenta criminalizar o combate ao crime e questiona ações legítimas de segurança pública, a maioria da população aplaudiu o resultado da operação, especialmente os moradores das comunidades dominadas por facções. Para quem vive sob a mira de traficantes, o avanço das forças de segurança representa alívio e esperança.
O contraste entre o discurso do PT e o sentimento popular revela o distanciamento do partido da realidade das ruas. Enquanto Cláudio Castro busca apoio internacional para enfrentar o narcotráfico, o governo federal prefere atacar a polícia e proteger criminosos sob o pretexto de “direitos humanos”.
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