O Ministério da Educação anunciou que não comprará os livros didáticos de Ciências, História e Geografia para o ano letivo de 2026, alegando falta de recursos. A medida afeta diretamente os alunos do 1º ao 5º ano da rede pública, que terão garantidos apenas os materiais de Português e Matemática.
Segundo a pasta, a aquisição dos demais livros ocorrerá de forma escalonada. No entanto, especialistas do setor educacional alertam para o risco de atrasos e possível falta de material nas escolas já no início do próximo ano letivo, especialmente nas instituições que dependem de livros consumíveis.
Editoras e entidades ligadas à educação criticaram a decisão, afirmando que ela compromete o acesso ao conteúdo completo e prejudica ainda mais os alunos mais jovens. A interrupção na distribuição de livros pode aprofundar desigualdades no ensino e comprometer o aprendizado em áreas fundamentais para a formação cidadã e científica das crianças.



