A “sintonia” entre o governo Lula (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF) resultou na decisão do ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira (12) de voltar atrás e proibir a visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra encarcerado, de Darren Beattie, assessor sênior do governo Donald Trump para políticas relacionadas ao Brasil.
Oficialmente, a iniciativa teria sido do Ministério das Relações Exteriores, alegando suposta “ingerência” estrangeira no processo eleitoral, reiterando o temor que o ex-presidente ainda inspira no grupo político que comanda o País.
A atitude de hostilidade à família Bolsonaro ocorre no dia seguinte à divulgação de pesquisa nacional do instituto Quaest indicando que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto, já empata com Lula (PT), cada um com 41% das intenções de voto. A pesquisa também aferiu a crescente perda de confiança da população no STF e, não por acaso, 59% dos entrevistados consideram que a Corte é aliada política do governo petista.



