A fala de Neuma Morais, esposa do ex-prefeito Zé do Pátio, trouxe mais uma amostra da contradição que marcou o antigo grupo político. Ela lamenta a possibilidade de encerramento do convênio com a Cáritas Diocesana, diz que o Município não pode “deixar isso acontecer” e convoca uma “luta” para manter a entidade. No entanto, a própria trajetória da família revela outra história: o maior desmonte da rede conveniada ocorreu justamente nas gestões que ela defende.
O discurso de Neuma tenta gerar emoção, mas derrapa no primeiro contato com os fatos. A crítica dela não se sustenta diante do histórico da própria gestão Pátio, que avançou por anos na direção contrária daquilo que agora tenta defender. A incoerência aparece de forma gritante.
Enquanto isso, nas redes sociais, surge outro grupo que tenta tumultuar o debate: as viúvas de cargo. São ex-comissionados e ex-apadrinhados políticos que perderam espaço com a mudança de gestão e agora vivem em grupos de WhatsApp espalhando ataques fabricados pelos antigos chefes.A estratégia é clara e já conhecida em todo o Brasil: transformar pessoas em massa de manobra, repetir narrativas vazias, criar confusão e tentar desgastar a administração atual.
Esse grupo age como verdadeira vuvuzela de WhatsApp, sempre tentando ressuscitar temas superados, ignorando a legislação e comparando decisões técnicas com práticas que os próprios aliados deles adotaram de maneira ainda mais dura no passado. Eles repetem frases prontas, tentam puxar debates inúteis e tentam barrar qualquer avanço, porque perderam privilégios e não aceitam a realidade pós-eleição.
A diferença é que, desta vez, a população enxerga a jogada. A prefeitura apresentou sustentação técnica e jurídica. A rede municipal já demonstra capacidade real para atender todas as crianças. E a tentativa de inflar polêmicas perde força diante da própria história recente do grupo político que Neuma tenta defender.



